ATIVIDADES PEDAGÓGICAS- EDUCAÇÃO INFANTIL
Conteúdo: Linguagem Musical
Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.
Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas
Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções
Ano: 4 a 6 anos
Tempo estimado: Um semestre
Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.
Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: Ds: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.
Desenvolvimento das atividades: Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.
Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.
Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante
roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.
Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.
Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.
É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de
música?
REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml
MÉTODO DAS 28 PALAVRAS
ATIVIDADES COM MÚSICA E POESIA

Poemas para cantar
Conteúdo: Linguagem Musical
Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.
Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas
Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções
Ano: 4 a 6 anos
Tempo estimado: Um semestre
Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.
Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: CDs: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.
Desenvolvimento das atividades
Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.
Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.
Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.
Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.
Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas
escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.
É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de música?
REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml
Acesso 03/06/09 às 17h30min
LETRA: NÃO É TARDE- FERNANDA BRUM
A utilizo como recurso e essa ferramenta tem feito a diferença em reuniões e oficinas que ministro. A presença de Deus na mensagem de otimismo que a letra transmite leva os participantes a refletirem em suas vidas.
Excelente!!!
Fernanda Brum
Composição: Anderson Freire
Não é tarde para se sonhar
DINÂMICA: MÚSICA EM LETRAS

O texto não tem sentido. Nem precisa! O que importa aqui é criar uma coreografia bem animada
IDADE A partir de 7 anos.
O QUE DESENVOLVE Percepção auditiva, criatividade, coordenação motora e socialização.
MATERIAL Papel e caneta ou lápis.
ORGANIZAÇÃO A turma se divide em grupos.
COMO BRINCAR Peça aos alunos para criarem uma seqüência de movimentos baseada no texto abaixo. Depois, eles podem inventar uma melodia.
MIS CLOF DARA DARA TIRO LIRO / CLI CLE CLOF DARA DARA TIRO LÁ / É TCHUNG, É TCHUNG,
É TCHUNG / BIRI BIRI SENG CATAFARIUNG / É TCHUNG É TCHUNG É TCHUNG / BIRI BIRI SENG
CATA CATAFAU / CATAFAU, CATAFAU, FAU, FAU / FAU, FAU.
DINÂMICA: FORMANDO GRUPOS

Um detalhe vai determinar quem faz parte da equipe
de movimentos, atenção,
concentração e socialização.
BRINCADEIRAS DE SALA DE AULA

Dois pra lá, dois pra cá... A meninada dança cuidando para não rasgar o jornal
IDADE A partir de 5 anos.
O QUE DESENVOLVE Socialização, expressão corporal e percepção de espaço.
MATERIAL Jornal, aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas de diferentes ritmos.
ORGANIZAÇÃO Em duplas.
COMO BRINCAR Afaste as cadeiras e mesas e distribua as folhas de jornal pelo chão.
URSINHO
O que a criança fizer com o bichinho de pelúcia terá de fazer com o colega
IDADE A partir de 5 anos.
O QUE DESENVOLVE Socialização e afeto.
MATERIAL Um ursinho de pelúcia.
ORGANIZAÇÃO Professor e alunos ficam em pé, em círculo.
COMO BRINCAR O ursinho passa de mão em mão. Cada criança deve fazer alguma coisa com
ele. Por exemplo: beijar, abraçar, fazer cócegas. Não vale repetir nem agredir. Assim que todos
terminarem, explique que cada um terá de fazer o que fez com o ursinho com o colega da
direita. Se um aluno jogou o ursinho para cima, apenas simula fazer o mesmo com o amigo.
a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais agitadas.
BRINCADEIRAS NA ESCOLA
Alternativa simples e barata para aproveitar espaços vazios, jogos com giz desenvolvem as habilidades corporais e o aprendizado de regras
Luiza Andrade (novaescola@atleitor.com.br)

TOCA DO COELHO (à esq.) Dinâmicas, as trocas de toca privilegiam saltos, corrida, freadas bruscas e a agilidade corporal. CARACOL(à dir.) Pulando em direção ao centro do tabuleiro, os pequenos saltam e trabalham o equilíbrio. Ilustrações: Thais Beltrame.
Traçar linhas no chão e recolher um punhado de pedrinhas é o que basta para a preparação das brincadeiras com giz. Por terem normas versáteis, elas são adaptáveis aos dois estágios da Educação Infantil (leia as regras dos jogos na página seguinte). "Além de serem feitos em qualquer espaço - num pátio ou na própria sala, por exemplo -, esses jogos são ótimos para trabalhar o movimento no dia-a-dia", diz Fernanda Ferrari Arantes, psicóloga e professora de Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. E não é preciso ficar restrito à tradicional amarelinha: as opções incluem caracol, toca do coelho e circuitos com diferentes graus de complexidade (veja as ilustrações).
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Reportagem
Brincadeiras com corda
Regras dos jogos
Atividades com giz
Para os menores, de 2 e 3 anos, a vivência lúdica é o ponto forte - o importante, então, é deixar os pequenos se divertirem, oferecendo desafios adequados à faixa etária. "O controle motor ainda é restrito. Dá para brincar de caracol, por exemplo, porém sem exigir pulos em um pé só ou percursos muito longos", diz Ana Paula Yazbek, capacitadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo.
Na pré-escola, embora a ênfase no movimento siga dando o tom do trabalho, as regras também ganham destaque. Você já pode pedir o cumprimento de normas elaboradas, que necessitem de mais concentração e raciocínio. É importante, contudo, sempre considerar o nível da turma e ficar atento à diversidade. "Se o jogo ou as regras forem muito fáceis ou difíceis demais, o interesse da turma cairá. É preciso encontrar o equilíbrio e saber que algumas crianças não responderão de pronto a todas as regras", explica Marcelo Jabu, educador e autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.

LABIRINTO (à esq.) Equilíbrio, corrida e giros aparecem neste pega-pega, em que só vale fugir pelas linhas
CIRCUITO (à dir.) Habilidades como freadas e cambalhotas surgem de acordo com o desafio dos obstáculos.
No início, o professor é responsável pela explicação das normas e por riscar os jogos no chão. Com o tempo, o ideal é que a garotada faça parte também dessas etapas. Auxilie a turma a tomar conta desse processo, tendo o cuidado de não exigir dos menores coisas que eles ainda não estão prontos para atingir. É provável, por exemplo, que no começo eles façam quadrados desproporcionais. Se para brincar for fundamental que as linhas estejam corretas, é melhor que ele próprio as desenhe e as crianças adicionem apenas os números.
Terminadas as brincadeiras, o giz vai embora fácil, fácil com água, e o pátio ou a sala logo ficam prontos para ser o cenário de novos jogos e descobertas.
Quer saber mais?
CONTATOS
Ana Paula Yazbek
Centro de Estudos da Escola da Vila, R. Alfredo Mendes da Silva, 55, 05525-000, São Paulo, SP, tel. (11) 3751-9677
Escola Viva, R. Professora Vahia de Abreu, 664, 04549-003, São Paulo, SP, tel. (11) 3040-2250
Fernanda Ferrari Arantes
Marcelo Jabu
BIBLIOGRAFIA
Giramundo, Renata Meirelles, 208 págs., Ed. Terceiro Nome, tel. (11) 3816-0333, 63 reais
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br
TRABALHANDO LIMITES NA ESCOLA
IDADE> A partir de 4 anos.
TEMPO> De 20 a 25 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou biblioteca.
MATERIAL> Livros ou vídeos com temas relacionados ao respeito às diferenças e à expressão dos sentimentos.
Ed. Quinteto). Sugestão de vídeo: Por Que Precisamos Uns dos Outros (Didak).
OBJETIVOS> Desenvolver a capacidade de auto-regulação
de conhecimento das potencialidades corporais e de uso
do corpo na expressão de emoções; e aprimorar a percepção
de si como parte de um todo (família, escola etc.).
IDADE> 5 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Pátio ou sala de atividades.
MATERIAL> Cartolina, lápis de cor ou giz decera, tesoura e TNT verde e vermelho (para tabuleiro de mesa). Giz colorido, fita adesiva e camisetas verdes e vermelhas (para tabuleiro no chão).
OBJETIVO> Desenvolver o senso de estratégia de acordo com as limitações do espaço físico, do tempo para agir, das regras do jogo e da capacidade alheia.
PREPARAÇÃO> Primeiro, confeccione o tabuleiro.Desenhe na cartolina ou no chão do pátio sete círculos concêntricos, cortados por oito linhas que só não atravessam o círculo central (foto na pág. ao lado). Pinte o diagrama. Para as peças, recorte quatro círculos de TNT vermelho e sete de verde. Se o jogo for no chão, vista as crianças com camisetas dessas mesmas cores. O nome deste jogo é Ringo.
ATIVIDADES COM OS NOMES DOS ALUNOS

DIVERSAS ATIVIDADES EM SALA DE AULA

OUTRAS BRINCADEIRAS
BRINCADEIRAS

BRINCADEIRAS

Apresentação: Numa dinâmica é essencial que as regras sejam bem explicadas. Quase sempre é necessário o preparo de material para a aplicação da dinâmica.
DINÂMICAS ESCOLARES
Material a ser usado: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)
Objetivo: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e darresistência às pessoas
1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. (o quefará facilmente).
2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe(será um pouco mais difícil).
3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, senão conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram econcluíram.
5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.
Dinâmica: Duas máscaras
Material: Folhas em branco, Canetas ou hidrocor,Barbante de 50 cm, Tesoura.
Desenvolvimento : Cada participante recebe umfolha em branco. Em cada lado da folha desenhauma máscara e escreve :Lado 1 : Aquilo que acha que é. ( alegre, triste, feio, bonito. ) ( Como me vejo )
Lado 2 : Escreve como os outros me vêem.
( 3 aspectos como os outros me vêem. )Colocar a máscara no rosto do lado "como mevejo". Circular pelo ambiente lendo o que estáescrito na máscara dos outros e deixando que aspessoas leiam o que está escrito na sua.
Após um tempo, mede-se o lado da máscara econtinua a circular, se conhecendo.Partilhar em grupo como cada um acha que é, o queos outros acham, etc...
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