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ATIVIDADES PEDAGÓGICAS- EDUCAÇÃO INFANTIL

Poemas para cantar

Conteúdo: Linguagem Musical

Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.

Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas

Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções

Ano: 4 a 6 anos

Tempo estimado: Um semestre

Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.

Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: Ds: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.

Desenvolvimento das atividades: Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.
Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.
Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante
roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.
Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.

Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.
É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de
música?

REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml

MÉTODO DAS 28 PALAVRAS

Como trabalhar com o método das 28 palavras?
Como reação ao método analítico sintético (parte do todo para o particular) apareceu o método das 28 palavras. Por este método são contextualizadas progressivamente 28 palavras, que vão sendo globalizadas, lidas e escritas pelos alunos, começando muito cedo a analisar cada palavra, mas só até à sílaba. Trata-se de um método de aprendizagem da leitura e da escrita da autora brasileira Yolanda Betim Paes Leme de Kruel, baseia-se no conhecimento de 28 palavras e não das letras, como tradicionalmente se ensinava. Essas palavras serão apresentadas as crianças através de uma história que se irá contando ao longo do ano.
O professor acaba por escrever a palavra numa tira de papel de comprimento suficiente, e através duma leitura lenta determina onde acaba cada sílaba. À frente dos alunos corta-se a tira de papel de modo que todas as sílabas fiquem separadas. Então, os alunos, com esses pedaços de papel/sílabas, reordenam/sintetizam novamente a palavra original.Acabado o trabalho nessa palavra, o professor guarda todas essas sílabas num expositor da sala, começando a constituir um silabário.
Por cada uma das 28 palavras deverá sempre ter este procedimento, não esquecendo que logo de início (1ª palavra) começa também a constituir novas palavras, além das 28, constituídas com as sílabas já armazenadas no momento da análise das palavras antecedentes.
Simultaneamente, deverá propor ao aluno que “cace” as suas (descobrir novas palavras com as sílabas já existentes no silabário), ao mesmo tempo vão escrevendo as palavrinhas e construindo novas frases.
A utilização deste método tem múltiplas vantagens, passamos a destacar algumas:
Atender à predisposição natural da criança em reter o global;
Desenvolver o espírito criativo e a oralidade;Favorecer o espírito de observação;
Desenvolver a percepção visual e auditiva;Desenvolve a sociabilização (através de jogos) e a imaginação no encaminhamento para a descoberta;
Proporciona um enriquecimento fácil e precoce de vocabulário;
Estimula o raciocínio e o uso da memória;
A criança habitua-se à sistematização dos conhecimentos adquiridos levando-a a redigir sem erros e com mais fluência.

ATIVIDADES COM MÚSICA E POESIA


Poemas para cantar

Conteúdo: Linguagem Musical
Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.

Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas


Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções

Ano: 4 a 6 anos
Tempo estimado: Um semestre
Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.
Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: CDs: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.

Desenvolvimento das atividades
Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.

Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.

Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.

Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.

Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas
escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.

É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de música?

REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml
Acesso 03/06/09 às 17h30min

LETRA: NÃO É TARDE- FERNANDA BRUM



O trabalho pedagógico com música é muito interessante e enriquecedor, a letra do louvor de Fernanda Brum -"Não é tarde" é excelente para utilizar em reuniões de pais, mestres e profissionais, bem como em oficinas e outros eventos acadêmicos

A utilizo como recurso e essa ferramenta tem feito a diferença em reuniões e oficinas que ministro. A presença de Deus na mensagem de otimismo que a letra transmite leva os participantes a refletirem em suas vidas.

Excelente!!!


Não é tarde
Fernanda Brum
Composição: Anderson Freire


Não é tarde para se sonhar
O céu ainda é azul há esperança
É só olhar no olhar de uma criança
No sorriso de uma mãe que deu à luz
Ouvirei os testemunhos
De bravos homens que venceram
Ouvirei dos cegos
Que ainda esperam a visão
Ouvirei canções que marcam
Toda uma geração
Não é tarde Pra sonhar
Não é não
Minha força vem de um Deus que faz milagres
Minha fé está além do impossível
Minha esperança viva está
Meu coração não quer parar
Pois nunca é tarde, não é tarde para se sonhar (pois nunca é tarde pra sonhar)
Sempre há uma esperança
Para aqueles que esperam
Firmes nas promessas do Senhor
O Deus do impossível Haja o que houver
Eu sonharei
Seus lindos sonhos viverei
Não desistirei

DINÂMICA: MÚSICA EM LETRAS



MÚSICA EM LETRA


O texto não tem sentido. Nem precisa! O que importa aqui é criar uma coreografia bem animada

IDADE A partir de 7 anos.

O QUE DESENVOLVE Percepção auditiva, criatividade, coordenação motora e socialização.

MATERIAL Papel e caneta ou lápis.

ORGANIZAÇÃO A turma se divide em grupos.

COMO BRINCAR Peça aos alunos para criarem uma seqüência de movimentos baseada no texto abaixo. Depois, eles podem inventar uma melodia.

MIS CLOF DARA DARA TIRO LIRO / CLI CLE CLOF DARA DARA TIRO LÁ / É TCHUNG, É TCHUNG,
É TCHUNG / BIRI BIRI SENG CATAFARIUNG / É TCHUNG É TCHUNG É TCHUNG / BIRI BIRI SENG
CATA CATAFAU / CATAFAU, CATAFAU, FAU, FAU / FAU, FAU.
LEMBRETE A turma também pode inventar um texto. Cuide apenas para que seja algo totalmente inédito. Isso evita que haja associações com músicas conhecidas.

Fonte: revista escola

DINÂMICA: FORMANDO GRUPOS




FORMANDO GRUPOS
Um detalhe vai determinar quem faz parte da equipe

IDADE A partir de 6 anos.

O QUE DESENVOLVE Agilidade
de movimentos, atenção,
concentração e socialização.

ORGANIZAÇÃO Livre.

COMO BRINCAR Os alunos devem formar grupos de acordo com uma regra que você estabelece. Você diz: “Atenção, quero um grupo com todos que estão de bermuda” ou “Uma equipe com quem tem cabelo curto e outra com quem tem cabelo comprido”.

E as crianças correm para se reunir. A atividade pode ser incrementada se cada grupo receber uma tarefa. Por exemplo: “Os que estão de camiseta branca devem colocar sobre a minha mesa uma agenda de telefones”. Essa brincadeira também pode ser feita para determinar a formação de grupos para trabalhos escolares. A atividade dura enquanto a turma tiver interesse.

BRINCADEIRAS DE SALA DE AULA




DANÇA DO JORNAL


Dois pra lá, dois pra cá... A meninada dança cuidando para não rasgar o jornal


IDADE A partir de 5 anos.


O QUE DESENVOLVE Socialização, expressão corporal e percepção de espaço.


MATERIAL Jornal, aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas de diferentes ritmos.


ORGANIZAÇÃO Em duplas.


COMO BRINCAR Afaste as cadeiras e mesas e distribua as folhas de jornal pelo chão.

Cada dupla fica em cima de uma folha. Coloque a música e as crianças começam a dançar.

Não vale sair de cima do papel nem rasgá-lo. Se isso acontecer, o par sai da brincadeira.

Vence quem cumprir o objetivo.

Se algumas crianças não toparem dançar por timidez, convide-as para serem juízes com você e observar se os colegas não infringem as regras. Uma maneira de incrementar



URSINHO


O que a criança fizer com o bichinho de pelúcia terá de fazer com o colega


IDADE A partir de 5 anos.


O QUE DESENVOLVE Socialização e afeto.


MATERIAL Um ursinho de pelúcia.


ORGANIZAÇÃO Professor e alunos ficam em pé, em círculo.


COMO BRINCAR O ursinho passa de mão em mão. Cada criança deve fazer alguma coisa com
ele. Por exemplo: beijar, abraçar, fazer cócegas. Não vale repetir nem agredir. Assim que todos
terminarem, explique que cada um terá de fazer o que fez com o ursinho com o colega da
direita. Se um aluno jogou o ursinho para cima, apenas simula fazer o mesmo com o amigo.


a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais agitadas.

BRINCADEIRAS NA ESCOLA

Riscar e aprender
Alternativa simples e barata para aproveitar espaços vazios, jogos com giz desenvolvem as habilidades corporais e o aprendizado de regras
Luiza Andrade (novaescola@atleitor.com.br)



TOCA DO COELHO (à esq.) Dinâmicas, as trocas de toca privilegiam saltos, corrida, freadas bruscas e a agilidade corporal. CARACOL(à dir.) Pulando em direção ao centro do tabuleiro, os pequenos saltam e trabalham o equilíbrio. Ilustrações: Thais Beltrame.

Traçar linhas no chão e recolher um punhado de pedrinhas é o que basta para a preparação das brincadeiras com giz. Por terem normas versáteis, elas são adaptáveis aos dois estágios da Educação Infantil (leia as regras dos jogos na página seguinte). "Além de serem feitos em qualquer espaço - num pátio ou na própria sala, por exemplo -, esses jogos são ótimos para trabalhar o movimento no dia-a-dia", diz Fernanda Ferrari Arantes, psicóloga e professora de Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. E não é preciso ficar restrito à tradicional amarelinha: as opções incluem caracol, toca do coelho e circuitos com diferentes graus de complexidade (veja as ilustrações).

Conteúdo relacionado

Reportagem

Brincadeiras com corda
Regras dos jogos

Atividades com giz
Para os menores, de 2 e 3 anos, a vivência lúdica é o ponto forte - o importante, então, é deixar os pequenos se divertirem, oferecendo desafios adequados à faixa etária. "O controle motor ainda é restrito. Dá para brincar de caracol, por exemplo, porém sem exigir pulos em um pé só ou percursos muito longos", diz Ana Paula Yazbek, capacitadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo.

Na pré-escola, embora a ênfase no movimento siga dando o tom do trabalho, as regras também ganham destaque. Você já pode pedir o cumprimento de normas elaboradas, que necessitem de mais concentração e raciocínio. É importante, contudo, sempre considerar o nível da turma e ficar atento à diversidade. "Se o jogo ou as regras forem muito fáceis ou difíceis demais, o interesse da turma cairá. É preciso encontrar o equilíbrio e saber que algumas crianças não responderão de pronto a todas as regras", explica Marcelo Jabu, educador e autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.


LABIRINTO (à esq.) Equilíbrio, corrida e giros aparecem neste pega-pega, em que só vale fugir pelas linhas
CIRCUITO (à dir.) Habilidades como freadas e cambalhotas surgem de acordo com o desafio dos obstáculos.

No início, o professor é responsável pela explicação das normas e por riscar os jogos no chão. Com o tempo, o ideal é que a garotada faça parte também dessas etapas. Auxilie a turma a tomar conta desse processo, tendo o cuidado de não exigir dos menores coisas que eles ainda não estão prontos para atingir. É provável, por exemplo, que no começo eles façam quadrados desproporcionais. Se para brincar for fundamental que as linhas estejam corretas, é melhor que ele próprio as desenhe e as crianças adicionem apenas os números.

Terminadas as brincadeiras, o giz vai embora fácil, fácil com água, e o pátio ou a sala logo ficam prontos para ser o cenário de novos jogos e descobertas.

Quer saber mais?

CONTATOS
Ana Paula Yazbek
Centro de Estudos da Escola da Vila, R. Alfredo Mendes da Silva, 55, 05525-000, São Paulo, SP, tel. (11) 3751-9677
Escola Viva, R. Professora Vahia de Abreu, 664, 04549-003, São Paulo, SP, tel. (11) 3040-2250
Fernanda Ferrari Arantes
Marcelo Jabu

BIBLIOGRAFIA
Giramundo, Renata Meirelles, 208 págs., Ed. Terceiro Nome, tel. (11) 3816-0333, 63 reais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br

TRABALHANDO LIMITES NA ESCOLA

Para falar de emoções

IDADE> A partir de 4 anos.
TEMPO> De 20 a 25 minutos.
ESPAÇO> Sala de atividades ou biblioteca.
MATERIAL> Livros ou vídeos com temas relacionados ao respeito às diferenças e à expressão dos sentimentos.
Sugestões de livros: Diversidade (Tatiana Belinky, Ed. Quinteto); O Leão que Rugia Flores (Mônica Stahel, Ed. Martins Fontes); Bom Dia, Todas as Cores! (Ruth Rocha,
Ed. Quinteto). Sugestão de vídeo: Por Que Precisamos Uns dos Outros (Didak).

OBJETIVOS> Desenvolver a capacidade de auto-regulação
de conhecimento das potencialidades corporais e de uso
do corpo na expressão de emoções; e aprimorar a percepção
de si como parte de um todo (família, escola etc.).
Informe às crianças que será apresentado o vídeo Por Que Precisamos Uns dos Outros. Esse filme mostra um grupo de animais que não quer se juntar a outro porque eles falam e têm aparência diferente da deles. Porém, os “diferentes” são salvos de uma enchente graças a essas outras características. Após a sessão, proponha a comparação do enredo com a situação escolar, apontando como os integrantes da turma podem auxiliar uns aos outros. Exemplo: aquele que sabe pintar melhor ajuda o amigo que sabe recortar bem, que vai ajudar o primeiro.
Craques na estratégia

IDADE> 5 anos.
TEMPO> 30 minutos.
ESPAÇO> Pátio ou sala de atividades.

MATERIAL> Cartolina, lápis de cor ou giz decera, tesoura e TNT verde e vermelho (para tabuleiro de mesa). Giz colorido, fita adesiva e camisetas verdes e vermelhas (para tabuleiro no chão).
OBJETIVO> Desenvolver o senso de estratégia de acordo com as limitações do espaço físico, do tempo para agir, das regras do jogo e da capacidade alheia.

PREPARAÇÃO> Primeiro, confeccione o tabuleiro.Desenhe na cartolina ou no chão do pátio sete círculos concêntricos, cortados por oito linhas que só não atravessam o círculo central (foto na pág. ao lado). Pinte o diagrama. Para as peças, recorte quatro círculos de TNT vermelho e sete de verde. Se o jogo for no chão, vista as crianças com camisetas dessas mesmas cores. O nome deste jogo é Ringo.
Nele, jogam duas crianças ou dois grupos, cada um representando um time. As peças verdes são as atacantes e o objetivo delas é tomar a casa central do tabuleiro, chamada de Fortaleza. As vermelhas são as defensoras, que devem impedir a meta das verdes. Ao todo, são 49 casas, sendo que as únicas três pintadas de amarelo são zona neutra, ou seja, nenhuma peça pode ser tomada pelo adversário nessas casas.
Cada casa a fase pré-escolar, a palavra “limite” tem vários significados, que vão das potencialidades físicas da criança e sua atuação no grupo até a tolerância em relação à frustração e a aceitação das regras coletivas. É importante destacar que a noção de limite só é alcançada por meio do autoconhecimento e não pelos parâmetros alheios. O papel do adulto é dar condições para que a criança adote uma disciplina própria. O objetivo de um trabalho envolvendo o tema, portanto, é abrir caminho para que os pequenos se sintam seguros, observando e respeitando o campo de ação do outro. Em qualquer situação lúdica, podem ser trabalhados o conceito de limite.
Cabe a você mediar as relações e as atitudes das crianças durante as brincadeiras. Quanto mais vivências você apresentar, mais elas se fortalecem diante dos próprios medos e frustrações. Por isso, ao fim de cada jogo, é interessante fazer uma avaliação em conjunto com a turma a respeito dos conflitos surgidos e dos resultados obtidos e planejar futuras adaptações. só pode ser ocupada por uma única peça. Disponha as sete atacantes nos espaços perto da borda do tabuleiro. O único espaço vago será a casa da zona amarela. Coloque as quatro defensoras nas casas ao redor do círculo central.
As peças atacantes devem sempre se mover de fora para dentro do círculo, enquanto as defensoras podem andar tanto para a frente quanto para trás. Todas podem se movimentar lateralmente, desde que no mesmo círculo em que se encontram. Nenhum jogador pode passar a vez, ou seja, o movimento é obrigatório sempre. Para tomar uma peça, deve-se saltar sobre a mesma e cair na casa imediatamente posterior (vazia), como no jogo de damas. Mais de uma peça pode ser tomada na mesma jogada, também como na dama. As defensoras podem tomar peças em qualquer sentido do tabuleiro.
Se o atacante conseguir chegar à Fortaleza com apenas uma peça, ela ainda pode ser tomada pelas defensoras, que devem agir da mesma maneira: saltando sobre ela e caindo na próxima casa vazia. Ou seja, as atacantes só vencem o jogo quando conseguem colocar duas peças no círculo central. Já as defensoras vencem quando tomam seis peças das atacantes ou impossibilitam por completo o movimento delas.

Extraído do site:http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/pdf/Esp_009/pre_limites.pdf

ATIVIDADES COM OS NOMES DOS ALUNOS



O processo de alfabetização vai além das famosas letrinhas pontilhadas, decoradas, com carinhas enfim. As descobertas da psicogênese (o estudo da origem e do desenvolvimento da escrita), usa o nome próprio como ponto de referência para que as crianças confrontem suas idéias sobre a língua escrita.


Abaixo algumas atividades para se trabalhar com o processo da escrita:


-Uso de listas (comparar e relacionar a escrita de seu nome com a dos colegas)

-Procurar o próprio nome na hora da chamada

-Encontrar os aniversariantes do mês

-Separar nomes de meninos e meninas


Para mais sugestões de atividades acesse o endereço abaixo.

http://www.alemdasletras.org.br/agencianoticias/Default.aspx?tabid=106

DIVERSAS ATIVIDADES EM SALA DE AULA





A SOPA ESTÁ PRONTA:


-Material: Gorro de cozinheiro
Formação: Crianças sentadas ou em pé em roda
Desenvolvimento: Uma criança é escolhida para ser o “cozinheiro” e fazer a sopa. Recebe o gorro de cozinheiro e caminha em volta da rodaescolhendo crianças para representarem os diversos legumes, a carne, a massa, etc. Estas devem seguí-lo até que o cozinheiro diga: “__A sopa estápronta”. Neste momento todos correm para ocupar um lugar na roda. A criança que não conseguir entrar na roda ocupará o lugar do cozinheiro.


APANHAR O LENÇO:


- Material: Um lençoPreparação: Duas linhas paralelas distantes 8 a 10 m. Marca-se o centro do campo onde se coloca o lenço.Formação: Os jogadores formarão dois partidos dispostos atrás da linha. Todos serão numerados. Cada partido com os mesmos números.

Desenvolvimento: O professor gritará um número e os jogadores chamados correrão até o centro, terão como objetivo apanhar o lenço e voltar a suafileira. No caso de um conseguir apanhar o lenço o outro deverá perseguí-lo e tocá-lo antes que ele consiga atingir a fileira.

Pontos: Alcançará dois pontos para o seu partido o jogador que conseguir apanhar o lenço e voltar a fileira sem ser tocado.

OUTRAS BRINCADEIRAS




A JAULA:


-Preparação: Um grupo de crianças dispostos em círculos (lado a lado sem darem as mãos) forma a jaula. O outro grupo, cujos elementosrepresentam os animais, se dispersa pelo terreno. O professor usará apito ou campainha.

Desenvolvimento: Ao sinal do professor os animais põem-se a correr, ora entrando, ora saindo da jaula. A um novo apito, as crianças do círculo dãoas mãos fechando a jaula e prendendo, desse modo, os que ficaram dentro do círculo. Estes vão então fazer parte do mesmo, juntando-se aos queformam a jaula. A seguir o jogo recomeça até que todos os animais tenham sido aprisionados.


AVIÃO PEGADOR:


-Formação: Crianças dispersas a vontade, uma destacada: “o avião”.

Desenvolvimento: A um determinado sinal, o elemento destacado sai em perseguição dos colegas imitando um avião. Aquele que se vir em perigode ser apanhado, para equilibrando-se num pé só e eleva os braços lateralmente fazendo a figura de um avião.

O perseguidor não poderá pegá-loenquanto ele estiver nesta posição. Quando o avião conseguir apanhar uma criança ela irá substituí-lo.

BRINCADEIRAS




A GATINHA PARDA: -


Material: 1 lenço e uma varinha.


Desenvolvimento: Forma-se a roda. Ao centro fica uma criança, a qual previamente vendaram os olhos, com um lenço dobrado, de modo a impedilade ver.


Traz na mão uma varinha. As que formam a roda, girando sempre cantando: A minha gatinha parda que a três anos me fugiu!... Quemroubou minha gatinha?... Você sabe; você sabe; você viu... Calam-se. A que está ao centro bate com a varinha em uma das da roda. Esta mia comoum gato. Se a do meio a reconhece pela voz, diz-lhe o nome e essa vai ocupar-lhe o lugar. Se se engana, o jogo prossegue até que ela adivinhe.






AMIGO OU AMIGA?:


Desenvolvimento: Jogadores espalhados à vontade pela sala. Provisoriamente, sairá um. Os outros escolherão, para figurar no jogo, um objetoqualquer: mesa, caneta, etc. Será chamado o que estiver ausente.- Amigo ou amiga? Perguntará ele.- Amiga, dirão os outros (se o objeto for do gênero feminino).


Em seguida, irá indagando de um a um:- Como gosta?As respostas irão sendo dadas à vontade, evitando repetição: oval, comprida, escura, etc.Se, com algumas destas respostas, conseguir adivinhar, escolherá um colega para substituí-lo.


Caso contrário retornará ao primeiro, prosseguindo:- Para que serve?Irão respondendo de acordo com a utilidade do objeto. Se ainda não descobrir, dará nova volta, indagando:- Como quer?Prosseguirá o jogo do mesmo modo.


O adivinhador terá direito de citar 3 objetos. Quando descobrir, será substituído pelo que designar.
Fonte Imagem:http://jogos-e-brincadeiras.blogspot.com/2008_02_01_archive.html

BRINCADEIRAS



3) AMARELINHA: -


Material: 1 pedrinha.


Desenvolvimento: Brincam quantas crianças quiserem e cada uma tem sua pedra. Quando não disputam na fórmula de escolha fala: - Primeira!(será a primeira), Segunda! Quem falar em segundo lugar será a segunda, assim sucessivamente.


1) Joga se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela. Vai com um pé só, batendo os dois pés no chão, na quarta e quinta casa e no céu semfim.


2) Chutinho. Vai se chutando a pedra que foi jogada perto, antes da amarelinha, com um pé só. A pedra não pode bater na risca, se errar passapara outra criança até chegar sua vez novamente.


3) Na terceira etapa, joga-se sem pedra. Com os olhos vendados diz: “__Pisei”? As outras respondem: “__Não”. Assim casa por casa até suavez. Também na terceira casa é com um pé só. E os dois pés na 4ª e 5ª casas.


4) Tirar casa - de costas joga-se a pedra para trás, onde cair, essa casa será excluída. Risca-se com giz a mesma, podendo pisar nela com os dois pés.


4-) APOSTAR CORRIDA E MEMORIZAR FRASES INTEIRAS...


Apresentação: Numa dinâmica é essencial que as regras sejam bem explicadas. Quase sempre é necessário o preparo de material para a aplicação da dinâmica.


1- Arruma-se a “sala” (pátio, de preferência – ‘TAREFA EXTRA-CURRICULAR”, bonito não?) com mesas distantes/paredes, correspondentes ao n° de relatores. Coloque-se aí um texto (podem ser diferentes ou não) afixado na mesa/parede (a sua escolha).


2- Cada grupo deve ser formado por apenas três c omponentes (do lado oposto às mesas, bem longe): Um deve ser o RELATOR-leitor; o segundo será o ESCRITOR-ouvinte e o terceiro o CORRETOR-Líder-Observador (que comanda, observa erros, que seja esperto...)


3- Ao sinal do apito dado pelo professor (que deve coordenar e observar tudo), o aluno RELATOR-leitor (o que vai correr, ler, e apostar uma corrida com os outros relatores do outros grupos), deverá ler o texto afixado lá do outro lado, nas mesas/parede. Lê, “grava na mente” o que conseguir absorver e volta correndo para repassar o que lembra do texto, informando ao “ESCRITOR-OUVINTE” (que deverá reescrever o texto com capricho: letra bonita, parágrafo, pontuação, maiúscula [...]), enquanto o CORRETOR-LÍDER-Observador (responsável pela correção) dá as dicas gerais para a melhora da reescrita de seu texto.


4- Quem conseguir a façanha de ditar todo o texto, com as devidas correções e observações será o campeão!!!5- Posteriormente, já na sala, aproveita-se a brincadeira para fazer explanação e resolução das maiores dificuldades “gramaticais” (ou não) dos alunos.


Fonte Imagem:http://jogos-e-brincadeiras.blogspot.com/2008_02_01_archive.html

DINÂMICAS ESCOLARES

Dinâmica das Varinhas

Material a ser usado: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)

Objetivo: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e darresistência às pessoas
1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. (o quefará facilmente).
2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe(será um pouco mais difícil).
3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, senão conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram econcluíram.
5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.


Dinâmica: Duas máscaras
Material: Folhas em branco, Canetas ou hidrocor,Barbante de 50 cm, Tesoura.
Desenvolvimento : Cada participante recebe umfolha em branco. Em cada lado da folha desenhauma máscara e escreve :Lado 1 : Aquilo que acha que é. ( alegre, triste, feio, bonito. ) ( Como me vejo )
Lado 2 : Escreve como os outros me vêem.
( 3 aspectos como os outros me vêem. )Colocar a máscara no rosto do lado "como mevejo". Circular pelo ambiente lendo o que estáescrito na máscara dos outros e deixando que aspessoas leiam o que está escrito na sua.
Após um tempo, mede-se o lado da máscara econtinua a circular, se conhecendo.Partilhar em grupo como cada um acha que é, o queos outros acham, etc...

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