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DISCALCULIA

A matemática para algumas crianças ainda é um terror. Muitos não compreendem as atividades que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se oproblema é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o a situação-problema está pedindo. Alguns, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá.

Em muitos casos, a situação conflitante não está na criança, mas na elaboração dos problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança. Há também a dificuldade que pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores.

Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas.


Distúrbios de memória auditiva:
- A criança não consegue ouvir os enunciados apresentados oralmente, portanto, não consegue memorizar os fatos e o resultado é uma incapacidade em resolver os problemas matemáticos.
- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.

Distúrbios de leitura:
- - Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.
Os dislexos e outras crianças com distúrbios de leitura apresentam dificuldade em ler o enunciado do problema, mas podem fazer cálculos quando o problema é lido em voz alta. (Podem apresentar dificuldade na leitura do problema, mas não na interpretação do mesmo).

Distúrbios de escrita:
- Crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.


A discalculia é um dos diversos transtornos de aprendizagem, este transtorno não é causado por deficiência mental, nem por déficits visuais ou auditivos, nem por má escolarização, é uma dificuldade em matemática. O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.

TEMPERAMENTOS BÍBLICOS


PEDRO, O SANGUÍNEO


Na classificação dos quatros temperamentos, o sanguíneo, dentre outras características, é comunicativo, destacado e entusiasta. Por outro aspecto, é volúvel, indisciplinado e impulsivo. Um personagem bíblico que se encaixa nesse perfil é Pedro. Ele exibia calor, intensivamente, em suas emoções e ação dinâmica. Ninguém foi tão falante, tão vibrante e tão decisivo como Pedro. Amava o Senhor profundamente e era seu companheiro de todas as horas. Demonstrava publicamente suas emoções para com o Senhor. Era desinibido e sincero. Comunicativo, sempre respondia com entusiasmo às emoções do seu coração. Submetendo suas fraquezas ao Senhor e cheio do Espírito Santo, Deus o fortaleceu. Por meio do livro de Atos, podemos ver que seus defeitos foram sobrepujados pelas qualidades, que se realçam em poder nas palavras: constância, coragem, sabedoria, humildade, amor, amabilidade, fé, paciência, liderança.

PAULO, O COLÉRICO

Já o colérico é enérgico, independente, prático. Mas também é irado, sarcástico, impaciente. Um exemplo desse tipo de temperamento é o apóstolo Paulo. A principal qualidade do colérico é a força de vontade, que faz dele uma pessoa enérgica, eficiente, resoluta, e um líder cheio de audácia e otimismo. O livro de Atos e as cartas de Paulo revelam isso. Apesar desse caráter ativo, prático, dinâmico e corajoso, Paulo, antes de conhecer Jesus e receber o Espírito Santo, demonstrou-se um homem cruel, zangado, hostil e amargurado, insensível, astucioso e prepotente. Porém o enchimento diário do Espírito Santo, a entrega de suas falhas a Deus fizeram dele um líder apto que defendeu o Evangelho e escreveu Gálatas 5: 16-22. Olhando para suas fraquezas, ele afirmou: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. (Filipenses 4: 13).

ABRÃO, O FLEUMÁTICO

No grupo dos fleumáticos, o fiel Abraão se destaca. Todas as qualidades do pacífico, prático, bem-humorado, leal, calmo e eficiente, cumpridor de seus deveres, conservador em seus princípios. Deus o provou em todas as Suas promessas, mas ele permaneceu firme na fé. Todavia, ele apresentava também os defeitos desse tipo de temperamento, que são: calculista, temeroso, indeciso, contemplativo etc. Com o crescimento da sua vida espiritual e submissão a Deus, assumiu suas posições e foi liberto da incredulidade, do medo e fortalecido na fé.

MOISÉS, O MELANCÓLICO


Por último, temos a figura de Moisés o representante do grupo dos melancólicos. Ele era talentoso, abnegado, perfeccionista (Deus usou essa qualidade para lhe dar os detalhes da Lei, da justiça divina e do Tabernáculo), leal (os livros da Lei revelam isso) e extremamente dedicado. Mas sofria de um complexo de inferioridade que trazia à tona todas as fraquezas do melancólico. Muitas vezes se deixava dominar pela ira.


Extraído: Temperamentos Transformados, Tim LaHayer (Mundo Cristão)

Oficinas Psicopedagógicas

Com tantas mudanças ocorrendo no mundo, à educação não poderia continuar invicta a tanta transformação, apesar de muitos continuarem utilizando de métodos e técnicas arcaicas em plena era da globalização.

Atuar em educação nos dias atuais é se fazer ser pensante quanto à maneira de agir e de se estar no mundo, devido estas rápidas mudanças, o educador precisa encontrar outras maneiras de atuar em sala de aula que não as velhas e tradicionais formas de se fazer educação, [...]
[...] é preciso se construir em sala de aula um ambiente acolhedor, onde ocorram trocas de experiências, idéias, onde se quebra e se constrói conceitos, assim a metodologia vai se fazendo embasar na vida de todas as pessoas envolvidas no processo ensino-aprendizagem. Não existem pessoas vazias, sem conhecimentos, elas trazem consigo uma bagagem imensa sobre o mundo e a vida, Freire (1997), portanto cabe a escola a utilização desta “bagagem”.

A proposta [...] é apresentar as “oficinas psicopedagógicas” como umas destas muitas maneiras de se inovar a educação, por meio delas todos são estimulados a se fazerem presentes como indivíduos atuantes, [...], onde ocorre a ligação entre aquilo que já se sabe com aquilo que somente se faz a idéia do que seja.





Esp. Márcia Rodrigues


[1] Texto extraído do trabalho do curso de pós-graduação, na disciplina “oficinas psicopedagógicas”. A pesquisa para realização deste trabalho foi realizada por meio das atividades com as oficinas desenvolvidas no colégio pesquisado.

Oficinas Psicopedagógicas

Com tantas mudanças ocorrendo no mundo, à educação não poderia continuar invicta a tanta transformação, apesar de muitos continuarem utilizando de métodos e técnicas arcaicas em plena era da globalização.
Atuar em educação nos dias atuais é se fazer ser pensante quanto à maneira de agir e de se estar no mundo, devido estas rápidas mudanças, o educador precisa encontrar outras maneiras de atuar em sala de aula que não as velhas e tradicionais formas de se fazer educação, [...]
[...] é preciso se construir em sala de aula um ambiente acolhedor, onde ocorram trocas de experiências, idéias, onde se quebra e se constrói conceitos, assim a metodologia vai se fazendo embasar na vida de todas as pessoas envolvidas no processo ensino-aprendizagem. Não existem pessoas vazias, sem conhecimentos, elas trazem consigo uma bagagem imensa sobre o mundo e a vida, Freire (1997), portanto cabe a escola a utilização desta “bagagem”.
A proposta [...] é apresentar as “oficinas psicopedagógicas” como umas destas muitas maneiras de se inovar a educação, por meio delas todos são estimulados a se fazerem presentes como indivíduos atuantes, [...], onde ocorre a ligação entre aquilo que já se sabe com aquilo que somente se faz a idéia do que seja.
Portanto, observa-se a necessidade de um trabalho pedagógico onde as oficinas psicopedagógicas tenham um espaço reservado, já que não se pode mudar a estrutura da escola, então se muda a forma de pensar, com esta concepção é que surgiu o trabalho com as oficinas no Colégio Social da Bahia.
As oficinas serão realizadas semanalmente todas as sextas-feiras durante 1h de duração. Terão inicio às 16h30min e seu término às 17h30min. Serão desenvolvidas durante todo o ano letivo culminando em apresentações para toda escola.


Esp. Márcia Rodrigues


[1] Texto extraído do trabalho do curso de pós-graduação, na disciplina “oficinas psicopedagógicas”. A pesquisa para realização deste trabalho foi realizada por meio das atividades com as oficinas desenvolvidas no colégio pesquisado.

O PROFESSOR NO BRASIL


A questão sobre a formação dos professores no Brasil, bem como sua identidade e prática de ensino sempre foi discutida. Entretanto, nas últimas duas décadas tem se intensificado no panorama pedagógico tal foco que apesar das discussões elaboradas por diversos teóricos, pôde-se perceber que a formação dos professores não tem se alterado de forma significativa.


Com o advento de novas tecnologias, do multiculturalismo, das exigências capitalistas e neoliberais surge uma maior atenção no tipo de profissional da educação que se deseja formar.


Durante muito tempo o professor foi visto como um intelectual, dono de um saber determinado e indissolúvel. É certo que esta visão foi modificada com o movimento escolanovista e tantos outros que lutaram pela distribuição do saber. Fato que trouxe consideráveis transformações para o sistema educacional. Entretanto, hoje a visão se perdeu e não se sabe bem pela qual foi substituída visto que a cada dia a classe é desvalorizada e não assume uma identidade capaz de defender seus ideais e estabelecer um paradigma de “profissional da educação” pronto para lidar com as novas modificações sociais e tecnológicas.


O professor trabalha quarenta horas semanais, e poucos se preocupam, ou não dispõem de tempo para aperfeiçoarem profissionalmente. Sendo assim começam a se acostumar a dar aulas e pregam o mesmo conhecimento adquirido quando formaram há anos atrás. Pensam que estão ensinando para que os alunos finjam que estão aprendendo.


Posto isto vê-se a necessidade do professor resgatar a sua identidade , participar de uma formação capaz de analisar criticamente sua prática e contribuir para a elaboração de um currículo libertador e prático.



Esp. Márcia Rodrigues

SERÁ QUE SEU ALUNO É DISLÉXICO?



A situação dos disléxicos se torna mais complexa porque muitas pessoas, inclusive professores, desconhecem o distúrbio.


O cuidado na avaliação é prioridade, uma vez que a existência de uma ou duas características não significa que a criança é disléxica . O diagnóstico preciso só pode ser feito após a alfabetização, entre a 1ª e a 2ª série.


No caso em que as suspeitas procedem, o primeiro passo é excluir as possibilidades de outros distúrbios, como problemas de origem neurológica, sensoriais, emocionais ou mesmo dificuldades de aprendizagem por falta de ensino adequado ou de um meio sociocultural satisfatório.


Os professores que conseguem suspeitar dos sintomas e sugerir um encaminhamento clínico para a criança precisam ir além. O problema pede que eles se dediquem muito ao aluno em sala de aula ao longo do tratamento que envolve em partes iguais a escola, a família e profissionais de saúde.


Estudantes comprovadamente disléxicos não conseguem decorar coisas nem ler ou escrever textos longos. Mas têm inteligência acima da média, apesar de aparentar o contrário. Os professores descobrem isso assim que começam a olhar para eles com mais atenção.

PRÁTICA PEDAGÓGICA

Planejamento, metodologia, e avaliação: elementos essenciais da prática pedagógica.

Márcia Rodrigues

A escola é um instrumento de construção de novos saberes e de transmissão dos saberes acumulados ao longo da história capazes de propiciar a organização e emancipação das camadas populares,
Compreendendo a importância desta instituição, vê-se necessário a preparação dos profissionais envolvidos no processo escolar para atuarem de forma consciente e dispostos ao “fazer pedagógico”. Esta preparação está intrinsecamente relacionada à organização de um planejamento que possibilitará ao educador determinar os caminhos estabelecidos para aquisição do saber (metodologia) e a forma de avaliá-lo. Elementos fundamentais para a prática pedagógica.
Segundo Lomonico (2005)[1]. “Planejar é uma atitude mental inerente à atividade humana e que virá dar racionalidade ao curso de ação de um indivíduo ou de uma organização, no sentido de consecução de seus objetivos.” Diante de tal afirmação, pode-se concluir que é próprio do homem estabelecer metas para tentar cumpri-las, e o professor deve trazer o planejamento à função que desempenha na escola visto que o fazer pedagógico, para ser eficiente, requer um planejamento adequado, com práticas e avaliações capazes de compreender o novo e refletir sobre os conhecimentos adquiridos.



[1] LOMONICO, Circe Ferreira. Atribuições de um coordenador pedagógico. São Paulo. Edicom.3ª ed. 2005

PROFESSOR


O professor no Brasil: Identidade, docência e formação.

A questão sobre a formação dos professores no Brasil, bem como sua identidade e prática de ensino sempre foi discutida. Entretanto, nas últimas duas décadas tem se intensificado no panorama pedagógico tal foco que apesar das discussões elaboradas por diversos teóricos, pôde-se perceber que a formação dos professores não tem se alterado de forma significativa.
Com o advento de novas tecnologias, do multiculturalismo, das exigências capitalistas e neoliberais surge uma maior atenção no tipo de profissional da educação que se deseja formar. Durante muito tempo o professor foi visto como um intelectual, dono de um saber determinado e indissolúvel. É certo que esta visão foi modificada com o movimento escolanovista e tantos outros que lutaram pela distribuição do saber. Fato que trouxe consideráveis transformações para o sistema educacional. Entretanto, hoje a visão se perdeu e não se sabe bem pela qual foi substituída visto que a cada dia a classe é desvalorizada e não assume uma identidade capaz de defender seus ideais e estabelecer um paradigma de “profissional da educação” pronto para lidar com as novas modificações sociais e tecnológicas.
O professor trabalha quarenta horas semanais, e poucos se preocupam, ou não dispõem de tempo para aperfeiçoarem profissionalmente. Sendo assim começam a se acostumar a dar aulas e pregam o mesmo conhecimento adquirido quando formaram há anos atrás. Pensam que estão ensinando para que os alunos finjam que estão aprendendo.
Posto isto vê-se a necessidade do professor resgatar a sua identidade , participar de uma formação capaz de analisar criticamente sua prática e contribuir para a elaboração de um currículo libertador e prático.

AVALIAÇÂO

Avaliação no processo de aprendizagem.

Partindo do pressuposto de que o conhecimento é alcançado por meio de uma mediação entre um outro e o sujeito, e que esse outro pode ser o professor, os colegas, a “prova” a ser respondida, enfim, qualquer outro capaz de encontrar ou retificar um sentido sobre o que está sendo conhecido. Pode-se afirmar então que a avaliação é um momento de aprendizagem.
Porém, para que o processo avaliativo como forma de aprendizagem seja eficiente, faze-se necessário que este momento seja compartilhado entre professor e aluno. Se os alunos vêem a avaliação como um jogo que vai estabelecer apenas uma quantidade de pontos ao final de cada unidade, poucos conhecimentos relacionados ao conteúdo serão processados. Se o professor tiver a avaliação como forma de premiação, julgamento ou punição estará apenas legitimando uma atuação conservadora e classificatória capaz apenas de selecionar e amedrontar.
A avaliação, para ser aprendizagem, deve ser um momento de construção do saber de ambos (professor/aluno) por meio da verdade. Sendo assim, é preciso que o educador seja sensível ao momento dos seus alunos percebendo que cada turma é única e os processos avaliativos devem ser diferentes inclusive, de um sujeito para outro, com os mesmos critérios.

MÉTODOS PEDAGÓGICOS


Sócio-Interacionismo

Dono de uma inteligência brilhante, ele buscou a resposta na Psicologia e acabou por elaborar uma teoria do desenvolvimento intelectual, sustentando que todo conhecimento é construído socialmente, no âmbito das relações humanas. O nome do professor era Lev Vygotsky e sua obra é hoje a fonte de inspiração do sócioconstrutivismo, uma tendência cada vez mais presente no debate educacional.

Interessa-nos particularmente a idéia de Vygotsky, segundo a qual, a aprendizagem era fator de desenvolvimento. Para o psicólogo russo, escola é lugar de ensinar pessoas. Tudo aquilo que já se sabe, não é matéria escolar. E mais: ao se propor algo novo para ser aprendido, o desenvolvimento da criança é favorecido, ou seja, para Vygotsky, o desenvolvimento segue atrás da aprendizagem. Não se deve esperar pelo desenvolvimento para ensinar. Isso cria perspectivas positivas para o ensino e valoriza a atuação do professor.

Alguns pontos do pensamento vygotskyano:

• A aprendizagem ocorre por meio de mediação;
• A vivência em sociedade é essencial para a transformação do homem de ser biológico em ser humano;
• As informações intermediadas são reelaboradas numa espécie de linguagem interna;
• Diferentes culturas produzem modos diversos de funcionamento psicológico.

Referências:

http://www.cefet-ma.br/publicacoes/artigos/revista14.8.1/J_Batista_Freire_Socio_interacionismo.pdf. Acesso 22/01/07
htt://www.Nova Escola On-line - Exclusivo On-line .Acesso 22/01/07
LA TAILLE, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão.São Paulo: Summus, 1992.

PEDAGOGIA

E pra não dizer que não falei de flores


Imagine que você acaba de se mudar para uma cidade do interior, não importa de qual Estado brasileiro. Dessa cidade você nada sabe, desconhece seus atrativos, sua potencialidade. Terá tempo de sobra para descobri-los. Sua preocupação maior, pelo menos neste primeiro momento, é procurar uma escola para sua filha de 4 anos. Quer para ela uma boa escola e tem certeza de que vai descobri-la. Não importa se é pública ou particular, se está encostada à sua casa ou se fica longe dela. O que você quer é uma escola realmente excelente, com professores animados e uma meta de ensino e construção da pessoa transformada em paixão.

Logo a primeira escola que descobre a encanta. Conversando com seus professores, aprende que sua filha não será alfabetizada por este ou por aquele método, dominado de forma insegura por este ou por aquele professor, mas que a alfabetização se desenvolverá, respeitando a fase pré-silábica que sua filha superou, para a silábica que começa a descobrir. Aprende que esse profundo respeito pelo desenvolvimento da criança estrutura as bases racionais de sua descoberta pelo mundo das palavras, que os professores estudam e praticam com paixão (1).

Encanta-se e quer saber mais, muito mais, sobre essa escola. Descobre, assim, que trabalha conteúdos, mas o faz sem perversas obsessões. Sente que para os professores que tem à sua frente, mais vale um espírito bem formado que uma cabeça cheia (2). Descobre que esses professores, comprometidos com a atualidade, jamais irão olhar para sua filha acreditando que um dia sua educação se completará. Crentes de que a verdadeira aprendizagem é permanente (3), estimularão suas caminhadas pelo mundo do saber, respeitando os estágios de sua mente e de suas inteligências e tendo para cada um deles uma estratégia de fascínio, um desafio de encantamento (4).

Entrando em salas de aula, vendo professores e alunos em ação, estudando juntos e juntos construindo seus projetos interdisciplinares (5), descobre que naquela pequena escola toda criança é sempre o agente essencial de seu crescer e seus saberes de vida e do mundo, do corpo e das emoções são as âncoras significativas às quais os novos aprenderes são praticados (6). Descobre que nesse ambiente de ternura e paixão, jamais sua filha, sua amada Cristina, será avaliada senão por seus próprios passos e progressos, que a comparam apenas com ela mesma, e pelos caminhos por onde andou (7).

Percebe que existe unidade nos objetivos dos mestres de ajudar sua filha a decodificar seus saberes, expressando-os por inúmeras linguagens, no usufruto pleno e infinito de todas as suas inteligências (8). Sabe que nessa escola, sua garota, junto com as lições de vida, descobrirá o querer, aprenderá o sentir, construirá maneiras diferentes de pensar e, dessa forma, agirá e procederá com alegria e coerência, paixão e entusiasmo, abnegação e consciência (9).

Sai radiante da escola que descobriu. Perceberá que ela abre suas portas com carinho e ternura para as crianças mais bem-dotadas, sem se fechar jamais para aquelas que trazem deficiências de aprendizagens, emoções "amarradas". Para estas existe a incondicional aceitação de que, com crença e conhecimento, método e obstinação, sempre será possível tornar alguém melhor (10). É, afinal, uma escola que, porque ensina, reflete; porque reflete, politiza e, porque politiza, insere a pessoa no mundo e em suas circunstâncias, não apenas para que nele viva, mas sobretudo para que o construa e transforme (11).

Seu entusiasmo pela descoberta é tão grande, sua alegria por encontrar a escola certa tão radiante que, eufórica, sai sem nem mesmo perguntar pelo nome dos professores. Não importa. Voltará outro dia e perguntará. Saberá que seus nomes são Emília e Miguel, Jan e João, Davi e Paulo.

Se, por curiosidade, buscar nesses quase anônimos personagens as raízes de quem assim tão admiravelmente construiu a arquitetura desse pensar, talvez com surpresa perceberá (1) Emília Ferreiro; (2) Michel de Montaigne; (3) Jan Comenius; (4) Jean Piaget; (5) John Dewey; (6) David Ausubel; (7) Lev Vigotsky; (8) Howard Gardner; (9) Jean-Jacques Rousseau; (10) Feurstein e (11) Paulo Freire.


Autor: Celso Antunes (professor e psicopedagogo).

A AVENTURA DE ENSINAR, CRIAR E EDUCAR.


“Bons professores são mestres temporários, professores fascinantes são mestres inesquecíveis”.
Augusto Cury


A aventura de ensinar, criar e educar.

O educador lida com a arte de educar. O instrumento de sua arte é a pedagogia. Ciência da educação, do ensinar.
É no seu ensinar que se dá o seu aprendizado de artista.
Toda pedagogia sedimenta-se num método. Maneira de ordenar, organizar com disciplina, a ação pedagógica segundo certos pressupostos teóricos.
Toda pedagogia está sempre engajada a uma concepção de sociedade política. É neste sentido que nesta concepção de educação este educador faz arte, ciência e política.
Faz política quando alicerça seu fazer pedagógico a favor ou contra uma classe social determinada. Faz ciência quando apoiado no método de investigação científica estrutura sua ação pedagógica. Faz arte porque cotidianamente enfrenta-se com o processo de criação na sua prática educativa, onde no dia-a-dia lida com o imaginário e o inusitado. A ação criadora envolve o estruturar, dar forma significativa ao conhecimento continuativo. Toda ação criadora consiste em transpor certas possibilidades latentes para o campo do possível, do real.
Assim como o próprio viver, o criar é “um processo existencial. Não lida apenas com pensamentos nem somente com emoções, mas se orienta nas profundezas de nosso ser, onde permeia os pensamentos ao mesmo tempo que a inteligência estrutura, organiza as emoções.” (Fayga Ostrower,Criatividade e processo de criação). É nesta busca de significados que o educador estrutura e organiza a consciência de seu viver pedagógico.
O ato criador é o processo de dar forma, dar vida aos nossos desejos. para isto, é necessário estar concentrado- com o corpo e a alma presentes- para desenvolver o esforço na educação do desejo que traz o germe da paixão.
Paixão que precisa ser educada...
No exercício disciplinado de sua arte (mediado por seus instrumentos metodológicos) é que a paixão de educador é educada.
Educador ensina a pensar, e enquanto ensina, sistematiza e apropria-se do deu pensar.Pensar é o eixo da aprendizagem.
Para pensar e aprender tem-se que perguntar. E para perguntar é necessário existir espaço de liberdade e abertura para o prazer e sofrimento inerente a todo processo de construção do conhecimento.
A pergunta é um dos sintomas do saber .Toda pergunta revela o nível da hipótese em que se encontra o pensamento e a construção do novo conhecimento. Revela também a intensidade da chama do desejo, da curiosidade de vida.
Educador ensina a pensar, mas somente pensar não basta. Educador ensina a pensar e agir, segundo o que se pensa, enquanto se faz.
Nesta concepção de educação o educador é um leitor, escritor, pesquisador, que faz ciência da educação.

A PROFISSÃO DE PROFESSOR

“Bons professores são mestres temporários, professores fascinantes são mestres inesquecíveis”.
Augusto Cury



A aventura de ensinar, criar e educar.

O educador lida com a arte de educar. O instrumento de sua arte é a pedagogia. Ciência da educação, do ensinar.
É no seu ensinar que se dá o seu aprendizado de artista.
Toda pedagogia sedimenta-se num método. Maneira de ordenar, organizar com disciplina, a ação pedagógica segundo certos pressupostos teóricos.
Toda pedagogia está sempre engajada a uma concepção de sociedade política. É neste sentido que nesta concepção de educação este educador faz arte, ciência e política.
Faz política quando alicerça seu fazer pedagógico a favor ou contra uma classe social determinada. Faz ciência quando apoiado no método de investigação científica estrutura sua ação pedagógica. Faz arte porque cotidianamente enfrenta-se com o processo de criação na sua prática educativa, onde no dia-a-dia lida com o imaginário e o inusitado. A ação criadora envolve o estruturar, dar forma significativa ao conhecimento continuativo. Toda ação criadora consiste em transpor certas possibilidades latentes para o campo do possível, do real.
Assim como o próprio viver, o criar é “um processo existencial. Não lida apenas com pensamentos nem somente com emoções, mas se orienta nas profundezas de nosso ser, onde permeia os pensamentos ao mesmo tempo que a inteligência estrutura, organiza as emoções.” (Fayga Ostrower,Criatividade e processo de criação). É nesta busca de significados que o educador estrutura e organiza a consciência de seu viver pedagógico.
O ato criador é o processo de dar forma, dar vida aos nossos desejos. para isto, é necessário estar concentrado- com o corpo e a alma presentes- para desenvolver o esforço na educação do desejo que traz o germe da paixão.
Paixão que precisa ser educada...
No exercício disciplinado de sua arte (mediado por seus instrumentos metodológicos) é que a paixão de educador é educada.
Educador ensina a pensar, e enquanto ensina, sistematiza e apropria-se do deu pensar.Pensar é o eixo da aprendizagem.
Para pensar e aprender tem-se que perguntar. E para perguntar é necessário existir espaço de liberdade e abertura para o prazer e sofrimento inerente a todo processo de construção do conhecimento.
A pergunta é um dos sintomas do saber .Toda pergunta revela o nível da hipótese em que se encontra o pensamento e a construção do novo conhecimento. Revela também a intensidade da chama do desejo, da curiosidade de vida.
Educador ensina a pensar, mas somente pensar não basta. Educador ensina a pensar e agir, segundo o que se pensa, enquanto se faz.
Nesta concepção de educação o educador é um leitor, escritor, pesquisador, que faz ciência da educação.

PRÁTICA PEDAGÓGICA

Dez novas competências para ensinar


O Titulo apresentado acima refere-se ao Livro de Philippe Perrenoud no qual o autor aborda o ofício do professor, propondo algumas competências capazes de direcionar a atividade docente.Sendo estas baseadas no referencial de competências adotados em Genebra (1996) para formação contínua dos professores.
O referencial em que o autor inspira-se tenta apreender o movimento da profissão, destacando “10 famílias” de competências, que não são, necessariamente, definitivas. São elas:
1. Organizar e dirigir situações de aprendizagem.
2. Administrar a progressão das aprendizagens
3. Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação
4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho.
5. Trabalhar em equipe.
6. Participar da administração da escola.
7. Informar e envolver os pais
8. Utilizar novas tecnologias.
9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão.
10. Administrar sua própria formação contínua.


Fonte: PERRENOUD,Philippe . 10 Novas Competências para Ensinar.Porto Alegre:Artes Médicas Sul, 2000.

TEMPERAMENTOS NA EDUCAÇÃO

Temperamentos Aplicados à Educação

Márcia Rodrigues


Cada pessoa tem um comportamento diferente, diretamente relacionado ao seu jeito de "ser", ou seja, seu temperamento. Hipócrates distinguiu os temperamentos em 04, sendo eles: Sanguíneo, Colérico, Melancólico e Fleumático.

Todas as pessoas são misturas de temperamentos, ninguém apresenta apenas um, mas no mínimo dois dos 04 temperamentos. “Diversos fatores devem ser lembrados quando você estiver procurando descobrir o seu temperamento. O mais importante é que ninguém se caracteriza por apenas um temperamento (...)”. (LAHAYE, 2001).

No campo educacional os temperamentos vão auxiliar ao professor na conduta de suas aulas em todas as disciplinas, um professor sábio educa os sentimentos e a emoção dos seus alunos, não somente se preocupa com a transmissão de saberes sistemático.

A teoria dos 04 temperamentos desenvolve um trabalho de forma peculiar e exclusiva, valorizando os aspectos que envolvem cada temperamento, suas necessidades e cuidados individuais. Os pontos fortes e fracos que cada temperamento apresenta apontam para diversas formas de ensino, quando o professor observa essas diferenças utiliza o potencial e as criatividades de cada pessoa.

QUAL É SEU TEMPERAMENTO?

“Teoria dos 4 temperamentos”

Hipócrates (460 a 370 a.c.), o chamado “Pai da Medicina” ele foi o gigante do mundo médico da Grécia antiga, é dado a ele o crédito, que através dele a medicina passou a preocupar-se com problemas psiquiátricos. Ele reconheceu que existem diferentes temperamentos no ser humano,
Sua tese consistia que o seu temperamento dependia dos “humores do seu corpo” . Ninguém se caracteriza por um só temperamento (Tim LaHaye). Às vezes durante o dia passamos pelos 4! A questão é que todos nós acabamos tendo um como mais acentuado.

A teoria era bioquímica em sua essência, e embora a substância da mesma tenha desaparecido, permanece ainda conosco a sua forma. Hoje porém falamos de hormônios e outras substâncias bioquímicas em vez de “humores”, substâncias que podem induzir ou afetar o comportamento observado.

Os 4 temperamentos são aceitos pela grande maioria dos cristãos, porque eles são compatíveis com os ensinos Bíblicos que afirmam que o homem tem uma natureza pecaminosa, fraca, decadente, uma velha carne corruptível. E A Bíblia nos ensina como pelo poder do Espírito vencer o mal e restaurar esta natureza débil e carnal.

Acredite, com Jesus Cristo é possível você controlar seus temperamentos e impulsos, você recebe uma nova natureza, capaz de vencer os descontroles e distúrbios da velha natureza, corrompida. Quanto a isto você não está mais sozinho para controlar seus temperamentos, eles passam a ser controlados pelo Espírito Santo que vive em você.

“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas.”

AS 05 LINGUAGENS DO AMOR



"Talvez tenha sido por um olhar...
Talves por um sorriso...
Talvez tenha sido por aquelas palavras ou talvez aquele instante contigo...
Talvez um dia estaremos juntos e talvez tudo será esquecido...
Talvez possa existir outros momentos e aí quem sabe...
Nem tudo estará perdido..."



1. Palavras de Afirmação

“Um bom elogio pode me manter vivo durante dois meses.” (Mark Twain).
“Elogios verbais e palavras de apreciação são poderosos comunicadores do amor.”

2.Qualidade de Tempo

“Quando digo “Qualidade de tempo” desejo afirmar que você deve dedicar a alguém sua inteira atenção, sem dividi-la”.
“O aspecto central da “qualidade de tempo” é estar próximo”. “Não quero dizer simples proximidade... O estar junto tem a ver com focalizar a atenção.”

3.Receber Presentes


“Presentes são símbolos visuais do amor, sejam eles comprados, feitos por você, ou simplesmente sua presença disponível para o cônjuge. Presentes demonstram que você se importa e representam o valor de um relacionamento”.

4.Formas de Servir

“Aquilo que você sabe que seu cônjuge gostaria que você fizesse.È procurar agradar realizando coisas que ele(a) aprecia,expressando amor através de diversas “formas de servir”.
“Os pedidos direcionam o amor, mas cobranças impedem que ele seja liberado”.

5.Toque Físico

“É uma forma poderosa de comunicação, seja um simples toque no ombro ou o mais apaixonado dos beijos”.
“O toque físico pode iniciar ou terminar um relacionamento. Pode comunicar ódio ou amor”.
“Uma vez que você descubra que o toque físico é a primeira linguagem do amor de seu cônjuge, sua única limitação é sua própria imaginação, quanto ás formas de expressar o amor”.


Gary Clapman

O ABRAÇO



Uma terapia muito eficaz

Estudos têm revelado que a necessidade de ser tocado é inata no homem. O contato nos deixa confortáveis e em paz. O Dr. Harold Voth, psiquiatra da Universidade de Kansas, disse: "o abraço é o melhor tratamento para a depressão." Objetivamente, ele faz com que o sistema imunológico do organismo seja ativado.

Abraçar traz nova vida para um corpo cansado e faz com que você se sinta mais jovem e mais vibrante. No lar, um abraço todos os dias reforça os relacionamentos e reduzirá significativamente os atritos. Helen Colton reforça esse pensamento "quando a pessoa é tocada a quantidade de hemoglobina no sangue aumenta significativamente. Hemoglobina é a parte do sangue que leva o suprimento vital de oxigênio para todos os órgãos do corpo, incluindo coração e cérebro. O aumento da hemoglobina ativa todo o corpo, auxilia a prevenir doenças e acelera a recuperação do organismo, no caso de alguma enfermidade."

É interessante notar que reservamos nossos abraços para ocasiões de grande alegria, tragédias ou catástrofes. Refugiamo-nos na segurança dos abraços alheios depois de terremotos, enchentes e acidentes. Homens, que jamais fariam isso em outras ocasiões, se abraçam e se acariciam com entusiasmado afeto depois de vencerem um jogo ou de realizarem um importante feito atlético. Membros de uma família reunidos em um enterro encontram consolo e ternura uns nos braços dos outros, embora não tenham o hábito dessas demonstrações de afeição. O abraço é um ato de encontro de si mesmo e do outro. Para abraçar é necessário uma atitude aberta e um sincero desejo de receber o outro. Por isso, é fácil abraçar uma pessoa estimada e querida. Mas se torna difícil abraçar um estranho.

Sentimos dificuldades em abraçar um mendigo ou um desconhecido. E cada pessoa acaba por descobrir em sua capacidade de abraçar seu nível de humanização, seu grau de evolução afetiva. É natural no ser humano o desejo de demonstrar afeição. Contudo, por alguma razão misteriosa ligamos ternura com sentimentalidade, fraqueza e vulnerabilidade. Geralmente hesitamos tanto em abraçar quanto em deixar que nos abracem.

O abraço é uma afirmação muito humana de ser querido e ter valor. É bom. Não custa nada e exige pouco esforço. É saudável para quem dá e quem recebe. Pense nisso! Você tem abraçado ultimamente sua mulher, seu marido, seu pai, sua mãe, seu filho? Você costuma abraçar os seus afetos somente em datas especiais? Quando você encontra um amigo, costuma cumprimenta-lo simplesmente com um aperto de mão e um beijo formal? A emoção do abraço tem uma qualidade especial. Experimente abraçar mais. Vivemos em uma sociedade onde a grande queixa é de carência afetiva. Que tal experimentar a terapia do abraço?

Fonte: "A importância do abraço" – adaptação do texto do Prof. Jorge Luiz Brand e Rolando Toro Araneda.
Web site: www.clinicapsicologicaintegrare.blogger.com.br

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL



Inteligência Emocional


O psicólogo Daniel Goleman, PhD, com seu livro "Inteligência Emocional", traz o conceito da inteligência emocional como maior responsável pelo sucesso ou insucesso das pessoas. A maioria das situações de trabalho é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Desta forma pessoas com qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão e gentileza têm mais chances de obter o sucesso.

Goleman procura demonstrar que não só a razão influencia nos nossos atos, mas, a emoção também é responsável por nossas respostas e tem grande poder sobre as pessoas.

Algumas habilidades emocionais são consideradas importantes para que uma pessoa alcance seus objetivos seja feliz e alcance sucesso na vida. Dentre elas são citadas o controle do temperamento, adaptabilidade, persistência, amizade, respeito, amabilidade e empatia. Goleman apresenta os seguintes níveis de Inteligência Emocional:


1. Auto-conhecimento emocional
2. Controle emocional
3. Auto- motivação
4. Reconhecer emoções nos outros
5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais


Gerenciando a inteligência emocional em sala de aula

Um princípio básico para o desenvolvimento da inteligência emocional na sala de aula é o respeito mútuo pelos sentimentos dos outros, e para tanto é necessário que o professor saiba como se sente e seja capaz de comunicar abertamente suas sensações e sentimentos. O professor não deveria negar suas emoções negativas e sim, ser capaz de expressá-las de modo saudável na comunidade que constrói com seus alunos.

Conhecer os alunos é um processo que se inicia desde os primeiros dias de aula. Quanto maior for esse conhecimento, maior será a eficácia da nossa ação pedagógica, pois podemos mobilizar interesses, curiosidades, conhecimentos prévios, aspectos das histórias de vida, articulando com os conhecimentos que integram o currículo a ser desenvolvido.

A partir do momento em que o professor reconhece as emoções do aluno (medo, raiva, ciúme, alegria, tristeza, vergonha), cria uma enorme chance de aumentar a intimidade, transmitir experiência e compartilhar dificuldades.

TEMPERAMENTOS



OS QUATRO TEMPERAMENTOS


SANGUÍNEO
É uma pessoa calorosa, amável, simpática, atrai as pessoas como se fosse um imã. É uma pessoa de boa prosa, otimista, despreocupada. Para este tipo de pessoa, a vida é uma festa.
Por outro lado é emocionalmente, explosiva, e irrequieta. Quase nunca fica quieta, é insegura e temerosa.
Este tipo de pessoa, tem dificuldades de seguir detalhes e uma instrução.
Os sanguíneos são, geralmente, bons vendedores, oradores, atores e não raros se tornam líderes.
MELANCÓLICO
É um dos mais ricos temperamentos. O Melancólico possui uma tremenda capacidade de experimentar todo tipo de emoção.Seu maior perigo e se entregar a pensamentos negativos que exageram sua tendência pessimista. É perfeccionista por natureza, apreciador de arte, tem tendência a ser genioso, crítico e pessimista.Em tudo que faz, em qualquer situação, tem motivos para ansiedade; é cauteloso e desconfiado, por isso é infeliz. Em qualquer situação mede primeiro as dificuldades para depois tomar decisões.
FLEUMÁTICO
São pessoas de fácil convivência e muitas vezes são chamadas "Senhor ou Senhora simpatia".São pessoas calmas, eficientes e conservadoras, sua maior fraqueza é a falta de motivação, é uma pessoa sem emoção (não é preguiçosa).Não se emociona facilmente. Se aquece "vagarosamente", age mais por princípios do que pela emoção.
COLÉRICO
É o tipo da pessoa chamada de "pavio curto".Tem a cabeça quente, fica agitado facilmente e quando está nervosa, só se acalma após o outro desistir das discussões.
É o tipo de pessoa que gosta de ser reconhecida em seus trabalhos e adora ser louvado pelos outros.É perseverante , e se mantém constantemente ocupado.Dá muito valor as aparências, é orgulhosa e cheia de amor próprio. É uma pessoa cerimoniosa e polida.

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