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AS 05 LINGUAGENS DO AMOR PARA CRIANÇAS NA FAMÍLIA E NA ESCOLA

As 05 linguagens do amor

Trabalhando com os pais e professores as linguagens de amor dos filhos e dos alunos

Todos nós baseamos nossa comunicação nas 05 linguagens do Amor. Com a criança não é diferente, cada uma possui uma linguagem principal e por meio desta, compreende e comunica o seu amor para os pais. Os pais devem investir no desenvolvimento da linguagem principal de seu filho (a), o mesmo poderá ser aplicado pelos professores, haja vista que por meio do entendimento de que é amada a criança crescerá e tornar-se-á um adulto equilibrado, amável e útil na sociedade, como está escrito na Palavra de Deus: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele". Provérbios 22:6

As 05 linguagens do Amor

Contato Físico

Beijar e abraçar são as linguagens mais fáceis de demonstrar o amor. Apesar de ser a linguagem mais simples, muitos pais só tocam em seus filhos para dar banho, trocar sua roupa e ao adormecerem leva-os para a cama. As crianças necessitam ser tocadas por todas as pessoas que a cercam, beijar e abraçar demonstra afeto e carinho. Os meninos e meninas necessitam igualmente de demonstração física, o afeto, não prejudica a sexualidade do menino, quanto mais cheio o seu tanque emocional, mais saudável sua autoestima e identidade sexual. Contatos físicos através de jogos e brincadeiras devem fazer parte do convívio familiar e escolar. A correção com agressividade física pode magoar profundamente a criança. Converse com a criança antes de tomar qualquer atitude neste momento.

Reflexão: Você abraçou ou beijou o seu filho hoje?

Palavras de Afirmação

A palavra positiva nutre o senso de valor e segurança, marcam a memória. Palavras negativas podem prejudicar a autoestima e lançar dúvidas sobre a capacidade da pessoa. Devemos elogiar o que a criança faz, bom comportamento ou atitudes conscientes devem ser realçados para que o estimule a praticá-los constantemente. O elogio deve ser sincero e usado de maneira adequada para não perder o efeito. Procure falar palavras de encorajamento, motivando-a a fazer sempre o melhor e nunca desistir.

A orientação dos pais desenvolve a moral e ética na criança, o certo e o errado, devem ser conduzidos de forma tranquila, dando autonomia para a criança para que ela compreenda cada situação apresentada a ela. Utilize materiais de apoio, como: artigos, histórias, reportagens, etc. para ilustração do ponto de vista a ser analisado. A mesma sugestão cabe ao professor em sala de aula.

Reflexão: Oriente sempre seu filho para que outro não o faça. Adote seu filho antes que um bandido o adote.

Qualidade de Tempo

Esta linguagem está associada à atenção concentrada e exclusiva, um sacrifício por parte dos pais e dos cuidadores, inclusive professores. Abrir mão das nossas preferências para atender à criança, realizando algo junto, sem pensar nos afazeres, interagindo de fato com o outro. Incluir contatos visuais é um poderoso meio para demonstrar o seu amor direto ao coração da criança.

Nestes momentos, os pais e ou professores têm a oportunidade de conversar com seus filhos ou alunos e de conhecê-los melhor. Conversa de qualidade. Contar histórias sejam elas criadas, lendas, história de vida, enfim, todos os dias é uma maneira de iniciar um ritual na hora de dormir. Trabalhar sentimentos e dialogar abertamente sem recriminá-lo é uma outra forma de educá-los para a vida.

Reflexão: Você conta histórias para seu filho? Comece a contar a sua história de vida.

Presentes

Dar e receber presentes como uma forma de demonstrar o amor, é presentear sem nada em troca, sem depender do merecimento, é uma atitude de demonstração de afeto. Procurar presentes significativos para à criança, evitando que sejam sempre de lojas e caros. Fazer surpresas como cartas no travesseiro, bilhete na porta, um jantar sem aviso, pode ter mais valor do que um brinquedo.

Evitar excesso de presente, para que as crianças não se tornem adultos materialistas, comprometendo desta maneira na formação de seu caráter, os ensinado a relacionar com as pessoas não por interesse ou troca. Procure entender o desejo da criança, discernindo se o pedido é passageiro ou duradouro.

Reflexão: Antes de comprar um brinquedo para seu filho, pense na mensagem subliminar que ele traz, e se contradiz a educação que deseja alcançar.

Atos de serviço

Em qualquer relacionamento, procuramos agir fazendo coisas para agradar ao outro. Para os pais, a motivação principal não deve ser de, fazer o que os filhos querem, e sim, o que é melhor para a criança. Portanto, os pais devem estar atentos quanto a sua condição física e emocional, para atender as crianças. O corpo e a mente devem estar equilibradas e saudáveis, sabendo que a paternidade envolve atos de serviço 24 horas por dia, fazendo por eles o que ainda não são capazes; agindo com os filhos de acordo com a sua idade.

Ensinar ao filho, sendo o seu modelo, torna-o mais maduro e responsável. Pois criança aprende vendo e não ouvindo. É necessário, incentivá-lo nas suas habilidades e talentos, deixando que ele aprenda com os erros sem criar a falsa ilusão de incapacidade, ofereça oportunidades de experimentarem a atividade que apresenta dificuldade em situações e momentos diferentes.

Ensinar a criança atos de serviço, você estará contribuindo com o desenvolvimento da compaixão, bondade, solidariedade...

Reflexão: É importante que a família sirva a pessoas fora do seu convívio sem esperar nada em troca, que tenha amizades antigas, convívio com vizinhos recebendo-os em sua casa, trabalhos voluntários, encontro da família uma vez por semana. A escola deve ajudar auxiliando a educação das crianças com projetos voltados para ética e cidadania.

Atividade para os pais e professores


Dinâmica

Separam-se os participantes em 05 grupos. Cada grupo recebe uma linguagem doa mor, com o desafio de sugerir 03 dicas de como encher o tanque do amor dos filhos ou alunos, as dicas devem ser dramatizadas pro membros da equipe.

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS- EDUCAÇÃO INFANTIL

Poemas para cantar

Conteúdo: Linguagem Musical

Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.

Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas

Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções

Ano: 4 a 6 anos

Tempo estimado: Um semestre

Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.

Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: Ds: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.

Desenvolvimento das atividades: Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.
Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.
Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante
roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.
Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.

Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.
É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de
música?

REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml

MÉTODO DAS 28 PALAVRAS

Como trabalhar com o método das 28 palavras?
Como reação ao método analítico sintético (parte do todo para o particular) apareceu o método das 28 palavras. Por este método são contextualizadas progressivamente 28 palavras, que vão sendo globalizadas, lidas e escritas pelos alunos, começando muito cedo a analisar cada palavra, mas só até à sílaba. Trata-se de um método de aprendizagem da leitura e da escrita da autora brasileira Yolanda Betim Paes Leme de Kruel, baseia-se no conhecimento de 28 palavras e não das letras, como tradicionalmente se ensinava. Essas palavras serão apresentadas as crianças através de uma história que se irá contando ao longo do ano.
O professor acaba por escrever a palavra numa tira de papel de comprimento suficiente, e através duma leitura lenta determina onde acaba cada sílaba. À frente dos alunos corta-se a tira de papel de modo que todas as sílabas fiquem separadas. Então, os alunos, com esses pedaços de papel/sílabas, reordenam/sintetizam novamente a palavra original.Acabado o trabalho nessa palavra, o professor guarda todas essas sílabas num expositor da sala, começando a constituir um silabário.
Por cada uma das 28 palavras deverá sempre ter este procedimento, não esquecendo que logo de início (1ª palavra) começa também a constituir novas palavras, além das 28, constituídas com as sílabas já armazenadas no momento da análise das palavras antecedentes.
Simultaneamente, deverá propor ao aluno que “cace” as suas (descobrir novas palavras com as sílabas já existentes no silabário), ao mesmo tempo vão escrevendo as palavrinhas e construindo novas frases.
A utilização deste método tem múltiplas vantagens, passamos a destacar algumas:
Atender à predisposição natural da criança em reter o global;
Desenvolver o espírito criativo e a oralidade;Favorecer o espírito de observação;
Desenvolver a percepção visual e auditiva;Desenvolve a sociabilização (através de jogos) e a imaginação no encaminhamento para a descoberta;
Proporciona um enriquecimento fácil e precoce de vocabulário;
Estimula o raciocínio e o uso da memória;
A criança habitua-se à sistematização dos conhecimentos adquiridos levando-a a redigir sem erros e com mais fluência.

ATIVIDADES COM MÚSICA E POESIA


Poemas para cantar

Conteúdo: Linguagem Musical
Introdução: Nesta seqüência de atividades, além de ampliar seu repertório musical, as crianças podem conhecer um pouco mais sobre a canção uma composição normalmente curta, que combina música uma melodia com poesia a letra.

Objetivos
- Ampliar o repertório musical das crianças
- Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas


Conteúdos específicos
Escuta musical
Repertório musical
Poesia
Canções

Ano: 4 a 6 anos
Tempo estimado: Um semestre
Material necessário: Você vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.
Para a realização desta seqüência, sugerimos algumas obras musicais com as características pedidas pela atividade: CDs: A Arca de Noé - volumes 1 e 2 (poemas de Vinícius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de José Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Canções dos Direitos das Crianças, diversos artistas, Movieplay.

Desenvolvimento das atividades
Ouvir canções em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutarão juntos. Conte às crianças que algumas das canções que vão ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse é o caso, por exemplo, das faixas que compõem o CD A Arca de Noé, cujas letras são de Vinícius de Moraes, que só ganharam o acompanhamento da música muito tempo depois de terem sido criadas.

Leia os poemas, textos ou letras das canções antes e também depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados após a roda de leitura e música, e também em outros momentos do dia.
Ao fim de um período, todos devem saber cantar as músicas aprendidas, e podem cantar com a gravação.

Faça com que a atividade de escutar canções e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante roda de música, na própria sala de convívio diário, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou três vezes por semana.

Depois de conhecidas, as músicas passarão a fazer parte do repertório das crianças, e poderão ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.

Avaliação
Quando a atividade envolve música, é importante que o professor não compare as aprendizagens, mas que consiga observar as características de cada criança dentro do grupo. Ao escutar uma canção, elas não manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas dançam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas
escutando, o que não significa não gostar do que ouvem.

É importante que o professor reconheça as manifestações de prazer e desprazer de seus alunos diante da música. Ele pode organizar rodas de apreciação musical, em que todos conversarão sobre suas músicas preferidas, sobre porque gostam ou não de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critérios de observação:
- As crianças incorporaram canções apresentadas na roda de música ao seu repertório? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianças se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de canções nos livros?
- As crianças pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as canções que escutaram na roda de música?

REFERÊNCIA:
http://revistaescola.abril.com.br/educacao‐infantil/4‐a‐6‐anos/poemas‐cantar‐428258.shtml
Acesso 03/06/09 às 17h30min

LETRA: NÃO É TARDE- FERNANDA BRUM



O trabalho pedagógico com música é muito interessante e enriquecedor, a letra do louvor de Fernanda Brum -"Não é tarde" é excelente para utilizar em reuniões de pais, mestres e profissionais, bem como em oficinas e outros eventos acadêmicos

A utilizo como recurso e essa ferramenta tem feito a diferença em reuniões e oficinas que ministro. A presença de Deus na mensagem de otimismo que a letra transmite leva os participantes a refletirem em suas vidas.

Excelente!!!


Não é tarde
Fernanda Brum
Composição: Anderson Freire


Não é tarde para se sonhar
O céu ainda é azul há esperança
É só olhar no olhar de uma criança
No sorriso de uma mãe que deu à luz
Ouvirei os testemunhos
De bravos homens que venceram
Ouvirei dos cegos
Que ainda esperam a visão
Ouvirei canções que marcam
Toda uma geração
Não é tarde Pra sonhar
Não é não
Minha força vem de um Deus que faz milagres
Minha fé está além do impossível
Minha esperança viva está
Meu coração não quer parar
Pois nunca é tarde, não é tarde para se sonhar (pois nunca é tarde pra sonhar)
Sempre há uma esperança
Para aqueles que esperam
Firmes nas promessas do Senhor
O Deus do impossível Haja o que houver
Eu sonharei
Seus lindos sonhos viverei
Não desistirei

A IMPORTÂNCIA DE CONTAR HISTÓRIAS



Ouvir histórias é importante para qualquer criança. Escutar histórias constitui-se no inicio da aprendizagem para que a criança adentre ao mundo da leitura transformando-se num leitor.


Essa trajetória, que se inicia com o escutar uma história, até se tornar um leitor eficiente, constitui-se num caminho infinito de buscas, descobertas e compreensão do mundo.
Como é notório, o primeiro contato da criança com o texto se dá através da oralidade, quando ela ouve as histórias (contos de fadas, histórias bíblicas, lendas, histórias inventadas no momento) contadas por seus pais, avós, tios, irmãos mais velhos, etc.


Ler histórias para as crianças é, além do mais, poder sorrir, rir, gargalhar através da vivência de personagens vividas. Neste momento, quem conta a história veste os personagens para poder levar a emoção para os pequenos ouvintes.
Ler histórias é despertar a imaginação, é responder a curiosidade, é solucionar questões vividas pelos personagens.


Essas histórias contadas ou lidas dão a possibilidade às crianças de descobrir o mundo dos conflitos, das soluções e dos impasses que todos nós vivemos e atravessamos em nossa vivência no mundo, de formas variadas, por meio dos problemas enfrentados e resolvidos ou não pelos personagens da história.


Ouvindo histórias, podem-se sentir emoções importantes para despertar o interesse pela leitura como: tristeza, alegria, raiva, irritação, bem-estar, pavor, insegurança, tranqüilidade e outras mais. Além de sentir, ao ouvir histórias, as crianças vivem profundamente tudo o que as narrativas provocam com amplitude, significância e verdade, pois ouvir é sentir e ver com os olhos do imaginário.


Através da viagem pela história, podem-se descobrir outros lugares, outros lugares, outros tempos, outras formas de agir e de enxergar o mundo, outra ética. Adentra-se ao mundo da História, Geografia, Sociologia, Filosofia, etc., sem necessariamente, precisar saber o nome dessas disciplinas e nem parecer que tem “cara” de aula, o que deixaria de ser literatura, tiraria o prazer, pois passaria a ter um caráter mais didático.

BRINCADEIRAS DE SALA DE AULA




DANÇA DO JORNAL


Dois pra lá, dois pra cá... A meninada dança cuidando para não rasgar o jornal


IDADE A partir de 5 anos.


O QUE DESENVOLVE Socialização, expressão corporal e percepção de espaço.


MATERIAL Jornal, aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas de diferentes ritmos.


ORGANIZAÇÃO Em duplas.


COMO BRINCAR Afaste as cadeiras e mesas e distribua as folhas de jornal pelo chão.

Cada dupla fica em cima de uma folha. Coloque a música e as crianças começam a dançar.

Não vale sair de cima do papel nem rasgá-lo. Se isso acontecer, o par sai da brincadeira.

Vence quem cumprir o objetivo.

Se algumas crianças não toparem dançar por timidez, convide-as para serem juízes com você e observar se os colegas não infringem as regras. Uma maneira de incrementar



URSINHO


O que a criança fizer com o bichinho de pelúcia terá de fazer com o colega


IDADE A partir de 5 anos.


O QUE DESENVOLVE Socialização e afeto.


MATERIAL Um ursinho de pelúcia.


ORGANIZAÇÃO Professor e alunos ficam em pé, em círculo.


COMO BRINCAR O ursinho passa de mão em mão. Cada criança deve fazer alguma coisa com
ele. Por exemplo: beijar, abraçar, fazer cócegas. Não vale repetir nem agredir. Assim que todos
terminarem, explique que cada um terá de fazer o que fez com o ursinho com o colega da
direita. Se um aluno jogou o ursinho para cima, apenas simula fazer o mesmo com o amigo.


a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais agitadas.

BRINCADEIRAS NA ESCOLA

Riscar e aprender
Alternativa simples e barata para aproveitar espaços vazios, jogos com giz desenvolvem as habilidades corporais e o aprendizado de regras
Luiza Andrade (novaescola@atleitor.com.br)



TOCA DO COELHO (à esq.) Dinâmicas, as trocas de toca privilegiam saltos, corrida, freadas bruscas e a agilidade corporal. CARACOL(à dir.) Pulando em direção ao centro do tabuleiro, os pequenos saltam e trabalham o equilíbrio. Ilustrações: Thais Beltrame.

Traçar linhas no chão e recolher um punhado de pedrinhas é o que basta para a preparação das brincadeiras com giz. Por terem normas versáteis, elas são adaptáveis aos dois estágios da Educação Infantil (leia as regras dos jogos na página seguinte). "Além de serem feitos em qualquer espaço - num pátio ou na própria sala, por exemplo -, esses jogos são ótimos para trabalhar o movimento no dia-a-dia", diz Fernanda Ferrari Arantes, psicóloga e professora de Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. E não é preciso ficar restrito à tradicional amarelinha: as opções incluem caracol, toca do coelho e circuitos com diferentes graus de complexidade (veja as ilustrações).

Conteúdo relacionado

Reportagem

Brincadeiras com corda
Regras dos jogos

Atividades com giz
Para os menores, de 2 e 3 anos, a vivência lúdica é o ponto forte - o importante, então, é deixar os pequenos se divertirem, oferecendo desafios adequados à faixa etária. "O controle motor ainda é restrito. Dá para brincar de caracol, por exemplo, porém sem exigir pulos em um pé só ou percursos muito longos", diz Ana Paula Yazbek, capacitadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo.

Na pré-escola, embora a ênfase no movimento siga dando o tom do trabalho, as regras também ganham destaque. Você já pode pedir o cumprimento de normas elaboradas, que necessitem de mais concentração e raciocínio. É importante, contudo, sempre considerar o nível da turma e ficar atento à diversidade. "Se o jogo ou as regras forem muito fáceis ou difíceis demais, o interesse da turma cairá. É preciso encontrar o equilíbrio e saber que algumas crianças não responderão de pronto a todas as regras", explica Marcelo Jabu, educador e autor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física.


LABIRINTO (à esq.) Equilíbrio, corrida e giros aparecem neste pega-pega, em que só vale fugir pelas linhas
CIRCUITO (à dir.) Habilidades como freadas e cambalhotas surgem de acordo com o desafio dos obstáculos.

No início, o professor é responsável pela explicação das normas e por riscar os jogos no chão. Com o tempo, o ideal é que a garotada faça parte também dessas etapas. Auxilie a turma a tomar conta desse processo, tendo o cuidado de não exigir dos menores coisas que eles ainda não estão prontos para atingir. É provável, por exemplo, que no começo eles façam quadrados desproporcionais. Se para brincar for fundamental que as linhas estejam corretas, é melhor que ele próprio as desenhe e as crianças adicionem apenas os números.

Terminadas as brincadeiras, o giz vai embora fácil, fácil com água, e o pátio ou a sala logo ficam prontos para ser o cenário de novos jogos e descobertas.

Quer saber mais?

CONTATOS
Ana Paula Yazbek
Centro de Estudos da Escola da Vila, R. Alfredo Mendes da Silva, 55, 05525-000, São Paulo, SP, tel. (11) 3751-9677
Escola Viva, R. Professora Vahia de Abreu, 664, 04549-003, São Paulo, SP, tel. (11) 3040-2250
Fernanda Ferrari Arantes
Marcelo Jabu

BIBLIOGRAFIA
Giramundo, Renata Meirelles, 208 págs., Ed. Terceiro Nome, tel. (11) 3816-0333, 63 reais

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br

LEMBRANCINHAS

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Com muito carinho,amor e dedicação as suas crianças irão amar...
Todos os modelos foram retirados do site da Jacirinha.

















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